Você foi parando de ver as suas amigas, e não lembra exatamente quando. Foi devagar, foi você mesma que foi cancelando, e é por isso que não parece que alguém tirou nada de você.
Trinta dias pra buscar uma dessas pessoas de volta. Uma só.
Não é fazer amizade nova, que é justamente o que ninguém consegue nesse estado. É resgatar alguém que já existe e que você parou de procurar.
Pedir pra você achar duas pessoas e você não achar nenhuma é uma derrota que o desafio não vai te dar. É uma, e o dia 3 te ajuda a escolher.
Não é puxar assunto por acaso. É combinado explícito: isso aqui é pra minha cura, e eu vou te mandar mensagem todo dia por trinta dias.
Quinze minutos de conversa é o teto de um dia bom. No dia ruim, uma mensagem cumpre o fio inteiro. Fio que exige energia não é fio, é armadilha.
O desafio te diz isso antes de acontecer, e não depois, porque descobrir sozinha no meio do caminho é ler mais uma rejeição, que é a última coisa de que você precisa. A pessoa pode ter compromisso, e isso não é sobre você. A saída é procurar outra, sem vitimismo.
Vigiar o perfil de quem foi embora anda junto com sentir mais falta, não menos. Ninguém provou que parar cura. Dá pra dizer de cara limpa que olhar alimenta.
Uma pergunta por noite, escrita à mão. Não é diário de gratidão: gratidão obrigatória com depressão vira mentira escrita, e você percebe que está mentindo pro próprio caderno.
Não se chama atividade física: pode ser sentar num café sozinha. O piso sobe por fase, começando por mover o corpo dentro de casa na primeira semana. Uma folga por semana tem nome próprio, pra descanso nunca ser lido como falha.
Uma por dia, escritas uma a uma, em três versões de tamanho.
Um de manhã com a missão, um de noite com a pergunta.
Em PDF, pra imprimir. Pauta de verdade, escrita à mão.
Nos dias em que é mais provável você parar. Com legenda, pra ouvir onde não dá pra botar som.
Lista conferida, em quatro prateleiras, e o que ler no fundo do poço.
Mais 30 práticas e 30 ferramentas de cinco a quinze minutos, com a fonte de cada uma conferida e o aviso de risco do lado das que precisam. Acesso vitalício, e o canal de socorro fixo em qualquer tela.
A primeira semana abre inteira no dia em que você compra. Do dia 8 em diante, um por dia, contado do seu dia e não de uma turma. Não tem data de início, não tem ninguém andando junto com você num calendário: é o seu relógio.







Esta lista está aqui pra você não comprar. Se alguma delas é você hoje, fecha a página.
Criador do Vai Com Medo Mesmo. Não é psicólogo, não é terapeuta, não é coach. O que ele tem é o outro lado da história: já foi o cara que fez o que está escrito aqui.
"Isso aqui não é terapia. E se você terminar os trinta dias e ainda não estiver de pé, você precisa de ajuda psicológica. Eu estimulo, porque uma das principais ferramentas que ajudaram na minha transformação foi admitir pra mim mesmo que eu precisava disso."
O Dia 1 não pede que você bloqueie ninguém e não pede que você esteja bem. Pede cinco minutos, e tem uma versão pra quem não consegue levantar da cama.
Este desafio é ferramenta de apoio. Não é terapia, não substitui acompanhamento profissional e não é atendimento de urgência.
Você foi parando de ver as suas amigas, e não lembra exatamente quando. Foi devagar, foi você mesma que foi cancelando, e é por isso que não parece que alguém tirou nada de você.
Trinta dias pra buscar uma dessas pessoas de volta. Uma só.
Não é fazer amizade nova, que é justamente o que ninguém consegue nesse estado. É resgatar alguém que já existe e que você parou de procurar.
Pedir pra você achar duas pessoas e você não achar nenhuma é uma derrota que o desafio não vai te dar. É uma, e o dia 3 te ajuda a escolher.
Não é puxar assunto por acaso. É combinado explícito: isso aqui é pra minha cura, e eu vou te mandar mensagem todo dia por trinta dias.
Quinze minutos de conversa é o teto de um dia bom. No dia ruim, uma mensagem cumpre o fio inteiro. Fio que exige energia não é fio, é armadilha.
O desafio te diz isso antes de acontecer, porque descobrir sozinha no meio do caminho é ler mais uma rejeição. A pessoa pode ter compromisso, e isso não é sobre você. A saída é procurar outra, sem vitimismo.
Vigiar o perfil de quem foi embora anda junto com sentir mais falta, não menos. Ninguém provou que parar cura. Dá pra dizer de cara limpa que olhar alimenta.
Uma pergunta por noite, escrita à mão. Não é diário de gratidão: gratidão obrigatória com depressão vira mentira escrita, e você percebe que está mentindo pro próprio caderno.
Não se chama atividade física: pode ser sentar num café sozinha. O piso sobe por fase, começando por mover o corpo dentro de casa. Uma folga por semana tem nome próprio, pra descanso nunca ser lido como falha.
Uma por dia, em três versões de tamanho.
Um de manhã com a missão, um de noite com a pergunta.
Em PDF, pra imprimir e escrever à mão.
Nos dias em que é mais provável você parar. Com legenda.
Lista conferida, e o que ler no fundo do poço.
Mais 30 práticas e 30 ferramentas de cinco a quinze minutos, com a fonte de cada uma conferida. Acesso vitalício, e o canal de socorro fixo em qualquer tela.
A primeira semana abre inteira no dia em que você compra. Do dia 8 em diante, um por dia, contado do seu dia e não de uma turma. Não tem data de início, não tem ninguém andando junto com você num calendário: é o seu relógio.







Esta lista está aqui pra você não comprar. Se alguma delas é você hoje, fecha a página.
Criador do Vai Com Medo Mesmo. Não é psicólogo, não é terapeuta, não é coach. O que ele tem é o outro lado da história: já foi o cara que fez o que está escrito aqui.
"Isso aqui não é terapia. E se você terminar os trinta dias e ainda não estiver de pé, você precisa de ajuda psicológica. Eu estimulo, porque uma das principais ferramentas que ajudaram na minha transformação foi admitir pra mim mesmo que eu precisava disso."
O Dia 1 não pede que você bloqueie ninguém e não pede que você esteja bem. Pede cinco minutos, e tem uma versão pra quem não consegue levantar da cama.
Começar o Dia 1Este desafio é ferramenta de apoio. Não é terapia, não substitui acompanhamento profissional e não é atendimento de urgência.